Bienal do Livro de Minas Gerais – Dia 2

O dia 15 de Novembro era o dia que mais aguardava a Bienal. Um dia cheio de personalidades importantes, das quais foi preciso escolher quem queríamos conhecer, principalmente por causa das senhas e das filas. O dia contou com a presença de Paula Pimenta, Isabela Freitas, Adriana Calcanhoto, Gregório Duvivier e Ique Carvalho.

Eu sou muito fã da Paula Pimenta, e todos que acompanham o blog sabem disso. Entretanto, eu também sou fã do Gregório, e por serem dois eventos quase no mesmo horário, optei para ir ao Café Literário, onde houve um bate papo sobre poesia com o Gregório e a Adriana Calcanhoto. Consegui ficar de frente para eles, o que em si já foi uma realização de um sonho.

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Chegamos antes da Bienal abrir, e em seguida fomos correndo para o local onde aconteceria o evento para descobrir como seria a distribuição das senhas. Como á sabíamos, as senhas seriam distribuídas uma hora antes do evento, ou seja, às 13 horas, mas apenas 140 pessoas teriam o privilégio de estar ali. Rodamos um pouco a Bienal, quando 11:30 resolvemos sentar no local onde seriam distribuídas as senhas, para nossa surpresa, todo mundo seguiu a nossa ideia.

De repente havia tantas pessoas na fila, que fiquei feliz por estar tão na frente. Consegui a 5ª senha e me sentei em uma das cadeiras da primeira fileira. Coração batendo forte de tanta ansiedade, pois nunca tinha estado cara a cara com um ídolo famoso. De repente começa o evento, e o Gregório entra sem nem se quer ser anunciado.

O Gregório e a Adriana começaram falando de seus livros e suas inspirações, citando autores como Pedro Bandeira e Oswald de Andrade. “A poesia está vinculada a nossa vida. As coisas que vão passar que fazem parte da nossa vida, você não tem como viver sem ela” concluiu Gregório.

Ao longo do bate papo eles falaram sobre processo de escrita, e em como que as vezes precisamos de um prazo para conseguir produzir, mas que também é necessário deixar fluir. Me vi em muitas de suas falas, e em como a escrita está tão presente em mim, apesar de ainda precisar de um tempo para digerir as minhas próprias palavras. Eu tenho uma mania de quando alguém fala algo que gosto e que me inspira eu penso “quero abraçar essa pessoa”, e foi da mesma forma com o Gregório, mas nunca achei que isso fosse acontecer…

Então, depois do bate papo, os autores abriram um espaço para autógrafos e fotos, mas foi em outro salão. Resultado: eu e a Debora correndo pela Bienal para chegarmos até a fila. Chegamos por volta das 3:20 morrendo de ansiedade, pois 4 horas começava uma nova seção de autógrafos que queríamos muito ir (falarei sobre isso mais embaixo). Ficamos quase uma hora na fila, quando finalmente chegou a nossa hora de falar com o Gregório…

gregorio

Sempre achei o Gregorio muito fofo, e para mim, ele é um dos principais cronistas, atores, roteiristas, poeta e etc que o Brasil tem hoje, e foi uma surpresa para mim descobrir que teria a chance de conhece-lo. Escrevemos uma cartinha para ele, na fila mesmo, que terminava com a seguinte frase “Ps.: Os baixinhos vão dominar o mundo.” E então me apainonei ainda mais. Ele agradeceu a nossa cartinha falando que somos fofas, e a cara de pau aqui pediu um abraço para ele, e poxa, realizei um sonho e juro para vocês que estou até agora assim “Cara, eu dei um abraço no Gregório Duvivier. Velho, que abraço bom”.  Também tenho meu livro “Put some Farofa” autografado agora, mas falarei mais sobre todos os livros que comprei na Bienal em um post especial mais para frente.

Autografo G

Foi muito mais do que eu poderia imaginar, e acho que não foi esquecer da experiência de passar o dia sem almoçar por conta de um ídolo. Valeu muito a pena, e se depender de mim, ainda vou ter muito mais dessas experiências.

Depois de fotos tiradas e livros autografados, nós saímos literalmente correndo pela Bienal para chegar até o estande da Editora Autêntica, onde o Ique Carvalho estava autografando o seu livro “Faça Amor, não faça jogo”. Para quem não conhece, o Ique é daqui de BH e é o dono do blog “The Love Code” . Me apaixonei pelos textos dele tem umas duas semanas, quando a Debs me mandou o link. Eu leio os textos dele e penso em como essa criatura deveria ser fofa. E ele realmente é. Adorei conhece-lo e ele foi uma graça. Por ser um autor que está começando agora, ele teve tempo de elaborar um pouco mais no autógrafo, que eu achei a coisa mais fofa:

Ique

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Além de tudo isso ontem também achou um livro que procurava desde setembro. É a novela gráfica Maus, do Art Spiegelman.  Assim que entrar de férias farei a leitura do livro e conto para vocês o que achei, e principalmente, como foi minha primeira experiência ao ler uma novela gráfica.

Nesse post quis detalhar um pouco de como foi o meu dia para dizer a vocês uma coisa: tenha seus ídolos, os conheça e deixe que eles os inspire. E é claro, nunca deixe de sonhar em um dia conhece-los, eles podem ser muito mais do que vocês imaginavam.

Ao final do post quero deixar meu agradecimento formal e de todo o coração para minha amiga Débora Assis, que apoia as minhas loucuras e ainda me ajuda a correr atrás delas. Hahaha < 3

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